terça-feira, 10 de novembro de 2009

Um dia todos os muros se derrubarão. Ou não!


"O muro da vergonha"

Há 20 anos, foi abolida a barreira que desde 1961 separava um país e dois sistemas políticos aplicados à RFA e a RDA.

O lento percurso de abertura foi coincidindo com alguma quebra de protagonismo da então URSS, no plano económico, político e militar e, teve sobretudo o seu grande impulso e definitivo com as reformas conhecidas por ‘perestroika’ de Mikhail Gorbachev. Contou, depois, com a força persuasiva de Helmut Kohl renomeado arquitecto da reunificação alemã.

A publicitação da decisão do Politbüro, de abertura de passagens para o Ocidente, foi de 9 de Novembro de 1989 e causou de imediato um misto de incredibilidade e alegria incontida. Mas, poucos minutos depois, os alemães precipitaram-se para a rua, tomaram conta dos postos de controlo e a demolição começou com tudo o que tinham à mão a servir de instrumento.

O resto é a história dos nossos dias…
…Nestes dias, e passados 20 anos, diz-se (e quem teve o ensejo de visitar, viu com os seus olhos) que ainda permanecem diferenças consideráveis sobretudo a nível económico e de oportunidades entre as regiões, tão profundas foram as realidades dos dois lados do muro.

Estão criadas as oportunidades…

EVIDÊNCIAS DA SUA HISTÓRIA

'Os trabalhadores empregam todas as suas forças a construir casas. Ninguém tem intenção de erguer um muro', W. Ulbricht, Presidente da RDA - 1961

'Dentro de cem anos o Muro continuará a existir', Erich Honecker, Presidente da RDA - 1987

'Não tenhais medo. [...] Mudai a face desta terra', Papa João Paulo II - 1979

'Não estou a tentar acelerar as coisas, mas há uma força que nos conduz', Helmut Kohl, Chanceler alemão.

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Interessante explicação acerca de moral e ética