sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Na política, como nas demais coisas da vida, quando o empenho peca por demasia, escorregamos na poesia de Henrique O'Neill.

Um moleiro e um carvoeiro;

Travaram-se de razões;
Era um da cor da neve;
Outro da cor dos carvões.
Cada qual deles teimava
Que o outro mais sujo estava;
Tinham ambos a mão leve,
Choveram os bofetões.

E qual foi o resultado?
Um ao outro se sujou;
Pois ficou,
O carvoeiro, empoado;
E o moleiro, Enfarruscado.

Assim fazem as comadres,
Se começam a ralhar;
Assim fazem os compadres,
Se a política os separa.
Cada qual sem se limpar,
Consegue o outro sujar;
Nem é isso é coisa rara.

Henrique O'Neill (1819-1889)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Alternativas energéticas


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Vai ser instalada uma Torre eólica flutuante em Portugal.
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O secretário de Estado da Energia e Inovação, disse que a produção de energia vai avançar para o mar, pois a costa portuguesa tem um grande potencial energético, com muito sol e muito vento, embora o mar seja muito profundo e turbulento.

domingo, 6 de fevereiro de 2011


Os bebés vão passar a nascer contribuintes. Melhor, vamos ficcionar que o são, pois vão ter de passar a ter número de contribuinte.

É que, os sujeitos passivos que têm no seu agregado familiar dependentes, têm de apresentar as facturas em seu nome e com os respectivos números de identificação fiscal. De outro modo, não serão aceites as deduções a título de despesas de saúde, educação ou outras.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sempre os pobres

Há muito que o que vale é a mensagem. Já se atribui a S. Tomás de Aquino, a frase: "Não olhes para o que eu digo mas sim para o que eu faço".
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A notícia vem aqui.
"Viagem do papa ao Reino Unido, em Setembro do ano passado, foi financiada em parte por fundos da ajuda aos países pobres."
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Na senda da mensagem:
"A Igreja Católica convida a todos, e especialmente àqueles que detêm cargos de responsabilidade pública, para se forçarem a ter uma moral mais robusta e sentido de justiça e legalidade", disse o número dois do Papa Bento XVI. (referindo-se a Berkusconi, outro impoluto) aqui

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


“Um livro indisponível é um pedaço de memória que se perde, uma parte do património que se apaga e uma obra de arte que se esquece de si mesma”, afirmou o ministro da Cultura, Fréderic Miterrand, citado pelo jornal El Mundo.

A França vai digitalizar, nos próximos cinco anos, meio milhão e meio de livros que actualmente não se encontram disponíveis em edições impressas.

As obras ficarão acessíveis no site do projecto Gallica, da Biblioteca Nacional de França.
notícia, aqui.

Continuam a lançar os dados.....