sábado, 13 de fevereiro de 2010

liberdade da imprensa


Fez 20 anos, dia 11 de fevereiro, que Nelson Mandela saiu da cadeia, onde esteve 27 anos e iniciou o processo de construção da democracia plena e representativa no seu país, pondo fim ao apartheid.

Na luta pela implementação da liberdade, defendeu sempre que não havia "meias democracias"; ainda assim, dizia serem necessárias garantias de protecção das minorias, face às constantes tentações totalitárias dos dirigentes eleitos.

Então, contemporizou com o afrikaner que o libertou, Frederik de Klerk, (que empurrado pelas circunstâncias internacionais, passou a acreditar que para sustentar os princípios e os valores da nação, a única via seria libertar Mandela), na salvaguarda dos direitos da minoria branca.

Hoje, por todo o lado, e Portugal não é excepção, o discurso da defesa dos direitos das minorias é moda. Nalguns casos, não são mesmo minorias, mas são tratadas como tal, como sucedeu com a atribuição das quotas às mulheres, para as listas às Assembleias da República e Municipais.

Então defendeu o dinamismo das instituições e a imprensa livre e forte.

Hoje, por todo o lado, defende-se uma imprensa livre e forte.


Aos costumes, digo: Não pactuo com desrespeito às decisões dos tribunais e, também defendo que só no caso de estar em causa a prática de um crime se pode justificar escutar-se alguém às suas escondidas. Decidindo-se que não há, só resta a entrega ao escutado prevenindo o voyerismo.

2 comentários:

  1. Ninguém entendeu tanto da liberdade e lutou por ela e pela união das raças do que o fantástico líder sul-africano Mandela. É um carisma aquele homem. Por isso a dica: assista, Manuel Afonso, o filme "Invictus" do talentoso Cleant Esteawood. É muito bom. Ou/e leia o texto de minha autoria publicado em meu blog com o título: "Mandiba um invencível". Gostei muito do filme e da vida desse grande homem.
    Um bom domingo, um bom dia, :)
    Suziley.

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Interessante explicação acerca de moral e ética