terça-feira, 15 de maio de 2012

Pai é pai. Agora, um vencimentozinho desses! E manter os subsidio de férias e Natal? E despesas de representação?

sábado, 12 de maio de 2012


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PEDIDO DE EMPRÉSTIMO


Um advogado de Nova Orleães pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa aquando do furacão Katrina e queria reconstruí-la.

 Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da propriedade que estava a ser oferecida como garantia.

 O advogado levou três meses para seguir a pista do título de propriedade datado de 1803.

Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte resposta.

"Após a análise do seu pedido de empréstimo, notámos que foi apresentada uma certidão do registo predial. Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803. Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o registo anterior a essa data. "

Irritado, o advogado respondeu da seguinte forma:


  “Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156. Verificámos que os senhores desejam que seja apresentado o título  de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registo. De facto, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos E.U à França, em 1803.

Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco, informamos que o título da terra da Luisiana antes dos E.U. terem a sua propriedade foi obtida a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha.

A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um capitão da marinha chamado Cristóvão Colombo, a quem havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.

A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo em que vendia as suas jóias para financiar a expedição de Colombo.

Presentemente, o Papa - isso temos a certeza de que os senhores sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é comummente aceite - criou este mundo. Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor da região chamada Luisiana. Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o Banco também.
 Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.

Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo? Que diabo!!!"

O empréstimo foi concedido.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Apenas frases (chegadas por email do amigo Secundino)

"Antigamente as mulheres cozinhavam igual à mãe...
Hoje, estão bebendo igual ao pai!"


"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas;
 hoje em dia, pedem votos".

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Presidente uma vez, presidente toda a vida

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Presidente uma vez, presidente toda a vida.  Há uns tantos que viveram sempre à custa do erário público, que nem sabem como é fazê-lo de outro modo. São os donos e pais da democracia. (e pelo andar da carruagem, os seus coveiros).
O pobre do condutor que só fez o que o senhor ex presidente mandava ( .!.) mas,... mas, é ele que vai ficar com a carta cassada.


A GNR apanhou a viatura onde seguia Mário Soares a circular a 199 km/hora. A detecção foi feita na A8, que liga Lisboa a Leiria, e tem um limite máximo de velocidade estabelecido em 120 km/hora. Mário Soares, conduzido pelo motorista, terá dito aos agentes da GNR que "o Estado é que vai pagar a multa."

terça-feira, 3 de abril de 2012

A justiça cada vez mais longe.

"Marcelo Rebelo de Sousa afirmou na segunda-feira à noite em Espinho que a ministra Paula Teixeira da Cruz tem «um berbicacho grande» para resolver no que se refere a facilitar o acesso de «pobres e remediados-menos» à Justiça."
Claro que professor Marcelo equivocou-se ou quis ser simpático com a ministra. Pois, na verdade, desde que ela tomou posse, as custas judiciais não têm parado de aumentar. Aumentou o preparo inicial, aumentaram os custos de certidões e actos avulsos, passou a ser sujeito a custas actos que antes o não eram, como é exemplo a reclamação contra o não recebimento de recurso, etc, etc....

A isto, acrescem os impedimentos e dificuldades que criou ao acesso à justiça, designadamente, a restrição na obtenção do apoio judiciário ou a desjusticialização de actos embrionáriamente litigiosos, como os divórcios e inventários, ou o "lavar as mãos que nem Pilatos" ao desastre em que se tornaram as execuções.... tudo vale para baixar as pendências para estrangeiro ver.
Foi o mesmo que sucedeu na educação, lembram-se, simplificar programas, aquisições de competências, ou objectivos mínimos e, no final, a guerra à retenção, pois era o sucesso das estatísticas que importava exibir lá fora.

Continuam a lançar os dados.....