No início ... era o verbo ... depois apareceu o Pai Natal, agora já se vai falando na Mãe Natal....
Com muito humor....
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Relatividade
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Recebi do meu amigo César:
Ao fim da tarde, um ginecologista aguarda a sua última paciente, que não chega.
Recebi do meu amigo César:
Ao fim da tarde, um ginecologista aguarda a sua última paciente, que não chega.
Depois de 45 minutos de espera, ele supõe que esta já não virá e resolve tomar um gin tónico para relaxar antes de voltar para casa.
Instala-se confortavelmente numa poltrona e começa a ler o jornal quando toca a campainha.
É a paciente que chega toda esbaforida e a pedir desculpas pelo atraso.
- Não tem importância - responde o médico.
Olhe, eu estava a beber um gin tónico enquanto a esperava. Quer um também para relaxar um pouco?
- Aceito com prazer - responde a paciente aliviada.
Ele serve-lhe um copo, senta-se na sua frente e começam a conversar sobre banalidades.
De repente ouve-se um barulho de chave na porta do consultório.
O médico tem um sobressalto, levanta-se bruscamente e diz:
- A minha mulher! Rápido, tire a roupa e abra as pernas!
Na vida, tudo é relativo...!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Colisão de direitos
“A CNPD aprovou, por unanimidade, o Parecer 70/2011, sobre o projecto de Proposta de Lei, relativo à utilização de videovigilância na via pública, considerando que o projecto de diploma padece do vício de inconstitucionalidade material.
Na sua opinião, este diploma diminui as garantias constitucionais face ao tratamento abusivo de dados pessoais ao transferir para o Governo uma competência constitucionalmente atribuída a uma entidade independente e ao fazer desaparecer a expressa necessidade de se instalar videovigilância apenas em locais onde exista razoável risco da ocorrência de crimes.
A CNPD considera que, num Estado de Direito democrático, a regra não pode ser a vigilância permanente dos cidadãos.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"O Estado construiu estradas sem carros para circular, escolas sem crianças para frequentar, estádios de futebol sem jogos para realizar, tudo sem dinheiro para pagar...
... O particular adquiriu a casa a crédito, mobilou a crédito, comprou carro, telemóvel e roupa a crédito, passeou e comprou férias a crédito...".
Teresa Costa Santos, deputada do PSD, in Jornal do Douro.
Pela minha parte, subscrevo em absoluto o que a senhora deputada de forma brilhante, singela e incisiva disse.
Agora, questiono-me. Como foi possível todos os nossos responsaveis políticos terem atuado e permitido, por ação ou omissão, tudo o que agora se alcança como a causa dos nossos males?
E o pior, é que as duas respostas possiveis não são tranquilizantes pois, ou aquela atuação se deveu à ignorância e incompetência dos nossos dirigentes ou, pelo contrário, foi intencional, para poderem usufruir de consulados sem convulsões, ficionando para o povo o céu na terra.
Venha o diabo e escolha.
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