
Governo aprovou hoje a proposta de lei que legaliza o casamento homossexual. Submetida à Assembleia da República esta não deverá demorar a aprovar o diploma.
Porém, os Constitucionalistas já estão a sair a terreiro e a defender que o Presidente da República deve remetê-lo para o Tribunal Constitucional.
Jorge Miranda, continua peremptório: "O diploma será sempre inconstitucional", pois “os direitos fundamentais devem ser interpretados de acordo com a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH), que consagra o casamento entre pessoas de sexo diferente" e a nossa "Constituição define o casamento como uma união heterossexual, pois um dos pressupostos do casamento é a filiação".
Jorge Miranda, continua peremptório: "O diploma será sempre inconstitucional", pois “os direitos fundamentais devem ser interpretados de acordo com a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH), que consagra o casamento entre pessoas de sexo diferente" e a nossa "Constituição define o casamento como uma união heterossexual, pois um dos pressupostos do casamento é a filiação".
Também sabemos que existem outras tantas opiniões em sentido diverso, do mesmo modo brandindo a lei, as convicções e os direitos.
Postos de lado os argumentos que os há para todos os gostos, pela minha parte, já nem sei se é o direito que serve o homem e como tal a dever ajustar-se aos seus anseios, ou se é o homem que serve o direito e portanto obrigado a submeter-se aos seus ditames. Porventura, nem uma coisa nem a outra. Uma coisa eu aprendi, nos contratos o que vale é o seu conteúdo, os direitos e obrigações que estabelece, independentemente da denominação, que nem sequer vincula os tribunais.







