
O novíssimo Nobel da Paz, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos ao receber o galardão, foi humilde ao afirmar que muitas outras pessoas seriam mais merecedoras do prémio do que ele próprio. Admitiu inclusive, não merecer estar ao lado de personalidades como Martin Luther King e Nelson Mandela na galeria dos laureados com o Nobel.
Embora cada um no seu tempo e desempenho, também eu reconheço que foram diferentes os contributos para a Paz.
Mas, como já aqui disse noutro post quando foi divulgada a atribuição do prémio, poderá ser entendido como a aposta no reatamento do poder diplomático e o início de uma nova esperança na paz mundial, tão corporizada no slogan por ele utilizada, YES WE CAN!
Mas, como já aqui disse noutro post quando foi divulgada a atribuição do prémio, poderá ser entendido como a aposta no reatamento do poder diplomático e o início de uma nova esperança na paz mundial, tão corporizada no slogan por ele utilizada, YES WE CAN!
O próprio presidente do Comité Nobel, Thorbjoern Jagland, sentiu-se na necessidade de justificar a atribuição do Nobel a Obama, dizendo :
"Muitos são os que acham que o Prémio chega muito cedo, mas a história está cheia de ocasiões perdidas”e seria a hora de apoiar as ideias do premiado.
Por ironia do destino, Obama recebe agora o Nobel da Paz quando há apenas 9 dias enviou mais 30.000 soldados americanos para o Afeganistão.
Obama não se furtou a esses e outros problemas e disse: "As ferramentas da guerra têm um papel na preservação da paz”, continuando um discurso sobre o tipo de paz que se quer e os custos e riscos que se correm para a ter.
É um discurso frontal e por isso mesmo susceptível de polémica e de múltiplas opiniões diferentes. Veremos os desenvolvimentos.
"Muitos são os que acham que o Prémio chega muito cedo, mas a história está cheia de ocasiões perdidas”e seria a hora de apoiar as ideias do premiado.
Por ironia do destino, Obama recebe agora o Nobel da Paz quando há apenas 9 dias enviou mais 30.000 soldados americanos para o Afeganistão.
Obama não se furtou a esses e outros problemas e disse: "As ferramentas da guerra têm um papel na preservação da paz”, continuando um discurso sobre o tipo de paz que se quer e os custos e riscos que se correm para a ter.
É um discurso frontal e por isso mesmo susceptível de polémica e de múltiplas opiniões diferentes. Veremos os desenvolvimentos.








