sábado, 10 de outubro de 2009

Bom abraço

A amiga Teresa do http://blogcronicasdateresa.blogspot.com/, resolveu dar-me um prémio em forma de ABRAÇO. Fico-lhe agradecido e em dívida.





O abraço traz o desafio de responder a três perguntas, ei-las:


1ª Quem mais gostarias de abraçar no presente?
Bom, esta é fácil, gostaria muito de abraçar o meu filho que não vejo há dois meses.

2ª Quem nunca abraçarias?
Bom, esta já não é de tão fácil resposta, mas há uns tantos humanos sem princípios e escrúpulos que sentiria algumas náuseas com a aproximação.

3ª Davas tudo para poder abraçar quem?
Também é fácil, daria muito para abraçar a minha saudosa mãezinha.

Agora deveria endossá-lo, mas como me chamam, fá-lo-ei mais tarde.
Melhor, (acrescento, dias depois) ficará para quem ouse levá-lo, é prémio do visitante).
Dia Mundial contra a Pena de Morte, é assinalado hoje, dia 10 de Outubro.

Foi instituído há dois anos durante a presidência portuguesa da União Europeia. Aliás, Portugal foi também o primeiro país do mundo a prever a abolição da pena na Lei Constitucional, em 1867.

De acordo com a Comissão Europeia e a Amnistia Internacional, os números de execuções permanecem elevados. Em 2008 foram executadas pelo menos 2390 pessoas em 25 países e 93% de todas as execuções conhecidas ocorreram em cinco: China, Irão, Arábia Saudita, Estados Unidos e Paquistão.
Notícias sapo online

Lei de 1 de Julho de 1867. A abolição da pena de morte para os crimes políticos foi proposta na sessão de 10 de Março de 1852 da Câmara dos Deputados, em Aditamento ao Acto Adicional à Carta Constitucional. Ali se disse: "porque felizmente entre nós a pena de morte para os crimes políticos está abolida nos corações de todos; e se, porventura, aparecesse hoje entre nós, um Nero, ou um Calígula, não teria força para a impor; e ainda bem que damos ao mundo um exemplo de tolerância que muito nos honra".

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A propósito da justiça


Não há Justiça sem Anões!!

Não há Justiça sem Anões!!, da autoria de J. Mário Teixeira. A sessão de lançamento será na livraria FNAC do NorteShopping, no dia 13 de Outubro de 2009, às 21h30.

"Esta obra, finalmente descensurada, serve-se da paródia para alcançar um nobre e antigo propósito: o de "castigar os costumes pelo riso". A trama conduz-nos, nos caminhos sinuosos da sátira, à cáustica e desconcertante percepção crítica, onde a diminuta condição física dos heróis - Prof. Legal e o seu Assistente - é um recurso estilístico para a representação alegórica do inconformismo contra os tiques da pequenez e da arrogância dos meandros da Justiça e da sociedade em geral."
-
Este livro, que ainda não li, poderá vir a ser de uma utilidade tremenda ao desmitificar, com humor, as dificeis relações que sempre se estabeleceram entre os cidadãos e a justiça.
Cada vez mais, para a pacificação social, é necessário perceber, para aceitar, as decisões judiciais. É imprescindível que o vencido seja convencido da justeza e bondade da decisão. E, se existir incapacidade, em caso concreto, de convencer pela decisão, que tal seja resultado não da inabilidade do juiz mas da ausência de capacidade de ser convencido por parte do cidadão in causa, cego pela excessiva proximidade dos factos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Para descomprimir

Enviaram-me, via e-mail, esta anedota que encerra muitas das ideias preconcebidas e preconceituosas que pululam por aí. Não deixa contudo de servir para reflectir, para além do humor que também encerra.
.
Paraíso vs. Inferno
O Paraí­so é aquele lugar onde o humor é britânico, os cozinheiros são franceses, os mecânicos são alemães, os amantes são portugueses e tudo é organizado pelos suíços.

O Inferno é aquele lugar onde o humor é alemão, os cozinheiros são britânicos, os mecânicos são franceses, os amantes são suíços e tudo é organizado pelos portugueses.

domingo, 4 de outubro de 2009

País de acolhimento

ONU destaca Portugal como exemplo de boas práticas em matéria de integração de imigrantes

ONU destaca Portugal como exemplo de boas práticas em matéria de integração de imigrantes. Numa altura em que os Estados adoptam regimes migratórios "cada vez mais repressivos", Portugal é destacado como exemplo de boas práticas em matéria de integração no relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre migrações.

No Relatório de Desenvolvimento Humano 2009 - chamado "Ultrapassar barreiras: mobilidade e desenvolvimento humanos" e pela primeira vez dedicado à análise da "complexa e bastante variável" realidade das migrações -, Portugal é citado como um dos países o­nde os cuidados de saúde "estão acessíveis a todos os imigrantes, independentemente do seu estatuto legal".

Mas não é só neste domínio que a política de imigração nacional é elogiada. Portugal é também um dos "países desenvolvidos" o­nde é possível prolongar as "licenças temporárias" e convertê-las em permanentes "após vários anos de residência regular" - no caso de Portugal, cinco anos.
Portugal aparece também citado como um dos países o­nde a população está menos preocupada com os custos para o Estado resultantes da presença de imigrantes.
I online

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Lamego e o poder

Lamego vive a festa da corrida autárquica: Carros debitando música e apelo ao voto de manhã à noite, sound bites para perdurar, bandeiras desfraldadas, arruadas, bombos e bandas, todos a um tempo, reivindicando o espaço da feira semanal, ou entrecruzando-se pelo centro da cidade. Tem sido sempre assim, vai ser assim até às 24.ooh da antevéspera do dia 11 de Outubro.
Escolhe-se uma palavra, uma frase, uma só entre milhões e nasce um tremendo poder de evocação. Diz-se, as imagens valem mais do que as palavras é metade da verdade, pois o inverso também é verdadeiro. "De alma e coração"; "as pessoas primeiro"; "mais Lamego"; "soluções para viver melhor"; "Almacave a minha paixão"...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Predicción de resultados electorales

Adultos e crianças preferem o candidato político francês da direita
Foto: J. Antonakis and Ou. Dalgas, Science

O que nos faz votar num candidato ou noutro numas eleições? Somos racionais ou emocionais na eleição? Deixamo-nos levar pelo nosso espírito crítico e razão ou pela intuição e ideologia? Não se baseia a democracia na nossa capacidade para escolher o melhor candidato?

Há uns anos atrás, cientistas norte americanos demonstraram que nas eleições ao congresso dos EUA bastava mostrar as fotos dos candidatos para que os adultos conseguissem "saber" quem ia ganhar, independentemente de outros aspectos. Dois economistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, demonstraram isto mesmo utilizando crianças e fotos de candidatos às eleições parlamentares francesas.

Fizeram a seguinte experiência: mostraram 57 pares de caras (ambos de cada par concorrente e um ganhador das eleições) a 684 estudantes universitários e perguntaram qual lhes parecia mais “competente”. Descobriram que os estudantes escolheram o vencedor 60% das vezes, um desvio estatisticamente significativo, onde seria de esperar um resultado aleatório.
Então usaram as mesmas fotos e um jogo de computador para perguntar a 681 crianças, com idades compreendidas entre 5 e 13 anos, qual escolheriam como “capitão do seu navio”. Obtiveram resultados similares.

Alexander Todorov, da Princeton University, qualifica este novo resultado como “realmente assombroso”, achando que a maneira como as pessoas inferem rasgos a partir da aparência é surpreendentemente estável ao longo da vida.

Continuam a lançar os dados.....