"... para proclamar o direito no país, para destruir o malvado e o perverso, para impedir que o forte oprima o fraco ... para assegurar o bem-estar do povo e fazer justiça ao oprimido..."
Código de Hammurabi (Séc. XVIII a.C.)
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009

As interacções pessoais positivas propiciam o esforço colectivo pelo bem comum.
A recompensa é mais efectiva que o castigo para promover a cooperação humana e assegurar o bem comum, assinala uma investigação realizada por cientistas da Universidade de Harvard e da Escola de Economia de Estocolmo.
Teriam dúvidas?
O automóvel
Blogs que se estimam
Agradeço à linda Austeriana, do clarices-bichocarpinteiro.blogspot a atribuição deste prémio ao cogitar. A distinção é grande, pois sempre lhe reconheci uma permanente e eficaz atitude crítica com os feitos e as atitudes humanas com que se cruza.Agora, devo, assumir três compromissos, para além de publicitar o prémio “Há blogues viciantes” e endereçá-lo a dez outros blogs;
1. Tentarei ser mais arrumadinho, ordenando melhor as respostas ao expediente e ao atempado arquivamento, no escritório, e com coisas pessoais em casa;
2. Tentarei ouvir mais e não insistir na minha opinião mais que o estritamente necessário evitando conflitos espúrios;
3. Tentarei não me importar com os feitos e defeitos do meu Benfica;
Confessados publicamente os pecados, só falta mesmo enunciar os blogs viciantes. Entre tantos merecedores:
http://historicofilosoficas.blogspot.com/
http://umolhardeperto.blogspot.com/
http://isabelpreto.blogspot.com/
http://viajarpelaleitura.blogspot.com/
http://janainakarina.blogspot.com/
http://misantropiavirtual.blogspot.com/
http://florestadasleituras.blogspot.com/
http://www.curiosolegal.blogspot.com/
http://nuestramizade.blogspot.com/
http://blogcronicasdateresa.blogspot.com/
domingo, 6 de setembro de 2009
Modelo de cérebro humano
A dificuldade será perceber como impulsos electroquímicos criam a realidade.Os cientistas acreditam que poderão replicar o cérebro humano no prazo de uma década. Pelo menos, esta é a opinião do neurocientista Henry Markram, do Instituto do Cérebro, com sede na Suíça. "O cérebro humano é extremamente complexo porque tem triliões de sinapses, milhares de milhões de neurónios, milhões de proteínas e milhares de genes. Mas eles são finitos em número e a tecnologia de hoje já é muito sofisticada, permitindo-nos [usar o processo] de engenharia reversa", ou seja, descobrir como funciona o mecanismo. (...)

Vamos jogar e mostrar o cartão vermelho.
O convite veio da Martinha, do bairrodasmartas.blogspot.com e da Teresa Santos do blogcronicasdateresa.blogspot.com.
As regras do jogo são: Devemos atribuir dez cartões vermelhos a pessoas, comportamentos, factos que nos incomodem, que nos desagradem, com os quais não concordemos, podendo justificar querendo a punição. Depois, dar continuidade e desafiar cinco blogues.
Exibimos o cartão vermelho para:
1. A má educação ostensiva, a coscuvilhice e a dor de cotovelo;
2. A mentira compulsiva e a hipocrisia;
3. A insensibilidade aos dramas humanos;
4. Todas as violências sobre grupos indefesos, os burlões e criminosos reincidentes;
5. A posição dominante das empresas fornecedoras de serviços básicos de electricidade, gaz, etc. na sua relação com os consumidores, seus clientes;
6. A prepotência e intolerância;
7. A incompetência protegida;
8. O auto- convencimento e os que se julgam donos da verdade;
9. Os comentadores de todos os assuntos;
10. Aqueles poderosos que são fortes com os fracos e fracos com os fortes;
Haveria mais, muito mais, por exemplo a intransigência do adepto/sócio/simpatizante/militante que só vê virtudes no seu clube e/ou partido e tudo de errado nas ideias ou pessoas dos outros clubes ou partidos. Enfim.
Agora, só nos resta repercurtir os convites, pelos amigos(as) dos blogs abaixo:
http://florestadasleituras.blogspot.com/
http://historicofilosoficas.blogspot.com/
http://umolhardeperto.blogspot.com/
http://viajarpelaleitura.blogspot.com/
http://versoseprosas.blogspot.com/
http://florestadasleituras.blogspot.com/
http://historicofilosoficas.blogspot.com/
http://umolhardeperto.blogspot.com/
http://viajarpelaleitura.blogspot.com/
http://versoseprosas.blogspot.com/
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A pena de morte e a justiça dos homens

Homem executado no Texas há cinco anos seria inocente
Todd Willingham, tinha 23 anos quando as suas três filhas morreram num incêndio na casa de família. Aos 24 anos foi condenado por fogo posto. Foi executado 12 anos depois.
Durante 12 anos proclamou a sua inocência até ser executado.
"A sua história, contém todos os ingredientes clássicos de erro judicial: condenação com base em relatórios sobre o local do incêndio, ausência de provas periciais, um psiquiatra que descreve Willingham como um "sociopata muito perigoso" sem nunca o ter examinado, testemunhas que modificam as declarações a favor da acusação…"
Agora, um relatório entregue em Agosto deste ano à comissão de ética do Texas, um especialista em incêndios conclui, tal como outros dois peritos o tinham feito em 2004 e 2006, que o incêndio foi "acidental”.
É por isso que, ao mesmo tempo que urge repensar a existência da pena de morte, temos de continuar a dar primazia ao princípio “In dubio pro reo”, no pressuposto de que é sempre preferível deixar em liberdade um criminoso do que prender ou matar um inocente.
Durante 12 anos proclamou a sua inocência até ser executado.
"A sua história, contém todos os ingredientes clássicos de erro judicial: condenação com base em relatórios sobre o local do incêndio, ausência de provas periciais, um psiquiatra que descreve Willingham como um "sociopata muito perigoso" sem nunca o ter examinado, testemunhas que modificam as declarações a favor da acusação…"
Agora, um relatório entregue em Agosto deste ano à comissão de ética do Texas, um especialista em incêndios conclui, tal como outros dois peritos o tinham feito em 2004 e 2006, que o incêndio foi "acidental”.
É por isso que, ao mesmo tempo que urge repensar a existência da pena de morte, temos de continuar a dar primazia ao princípio “In dubio pro reo”, no pressuposto de que é sempre preferível deixar em liberdade um criminoso do que prender ou matar um inocente.
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