
Não sei se o texto infra se passou ou não na realidade, pois tive conhecimento dele através de um fórum em que participo, mas pode bem sê-lo, pois é elucidativo de realidades quotidianas.
Uma professora pediu aos alunos que fizessem uma redacção na qual fizessem um pedido a Deus.
À noite, em casa, quando corrigia as redacções, a professora leu uma que a deixou muito emocionada e transtornada. O marido que estava a ver televisão, ouvindo-a a soluçar, perguntou-lhe o que tinha acontecido. Ela disse-lhe:
- Lê isto. Era a redacção de um aluno.
“Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me na televisão. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta...quero que me ouçam e me levem a sério...quero alguma atenção. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. Quero que os meus irmãos brinquem comigo em vez de estarem ao computador. Quero sentir que a minha família deixe tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos. Senhor, não te peço muito...Só quero viver o que vive qualquer televisão e qualquer computador.”
Naquele momento, o marido da professora disse:
- Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais'! E ela olhou-o e respondeu:
- Essa redacção é do nosso filho.
Uma professora pediu aos alunos que fizessem uma redacção na qual fizessem um pedido a Deus.
À noite, em casa, quando corrigia as redacções, a professora leu uma que a deixou muito emocionada e transtornada. O marido que estava a ver televisão, ouvindo-a a soluçar, perguntou-lhe o que tinha acontecido. Ela disse-lhe:
- Lê isto. Era a redacção de um aluno.
“Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me na televisão. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta...quero que me ouçam e me levem a sério...quero alguma atenção. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. Quero que os meus irmãos brinquem comigo em vez de estarem ao computador. Quero sentir que a minha família deixe tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos. Senhor, não te peço muito...Só quero viver o que vive qualquer televisão e qualquer computador.”
Naquele momento, o marido da professora disse:
- Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais'! E ela olhou-o e respondeu:
- Essa redacção é do nosso filho.






